Após consolidar o primeiro modelo do Solix, o X1, como referência em operações autônomas, a Solinftec introduz dois novos equipamentos: o Solix XT e o Solix XC. A proposta é ampliar a atuação com múltiplos robôs capazes de aumentar a cobertura operacional e oferecer maior autonomia ao produtor.
A participação da empresa é marcada por um novo momento, que envolve a consolidação da chamada IA física, em que inteligência artificial deixa de apenas gerar insights e passa a executar decisões diretamente no campo, com autonomia, precisão e escala
Com a novidade, a empresa busca transformar uma tecnologia já validada em uma nova categoria de operação. A família de robôs foi desenvolvida para aplicar inteligência artificial em diferentes culturas, escalas e etapas produtivas, com foco na distribuição das atividades, redução de gargalos e maior controle das operações.
A nova arquitetura operacional combina diferentes perfis de atuação. O Solix XT é voltado à operação contínua ao longo do ciclo produtivo, com foco em frequência, consistência e aplicação seletiva. O modelo pode operar por até 50 horas, com capacidade de cobertura de até 500 hectares, inicialmente em culturas como a cana-de-açúcar.
Já o Solix XC foi desenvolvido para operações em larga escala, priorizando velocidade e intensidade. Com autonomia de até 70 horas e capacidade de cobrir até 1.000 hectares por ciclo, o equipamento atua em culturas como soja, milho e algodão, com aplicações seletivas e em área total.
Os dois modelos têm funções complementares. Enquanto o XT atua na manutenção contínua do campo, contribuindo para a redução de variabilidade e antecipação de problemas, o XC é direcionado a momentos em que há necessidade de execução rápida em grandes áreas.
A combinação dos equipamentos permite reduzir a dependência de operações manuais e aumentar a previsibilidade, ao integrar controle contínuo e escala operacional em um mesmo sistema.
Katia Penteado, editora e idealizadora do GestAgro 360°, viajou à Agrishow 2026 a convite de expositores.







